Redacções sobre SADC

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6. Acta da AdjudicaçãoNacional em Moçambique do Concurso de Redacções das Escolas Secundárias da SADC em 2011
5. Trabalho do Terceiro Classificado no Concurso de Redacções das Escolas Secundárias da SADC em Moçambique em 2010
4. Trabalho do Segundo Classificado no Concurso de Redacções das Escolas Secundárias da SADC em Moçambique em 2010
3. Trabalho do Primeiro Classificado no Concurso de Redacções das Escolas Secundárias da SADC em Moçambique em 2010
2. Acta de Adjudicação da edição de 2010
1. Vencedores nacionais desde 2002 até 2011
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6. ACTA DA ADJUDICAÇÃO NACIONAL EM MOÇAMBIQUE DO CONCURSO DE REDACÇÕES DAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS DA SADC EM 2011

1. INTRODUÇÃO
Teve lugar, no dia 20 de Maio de 2011, nas instalações da Comissão Nacional da SADC (CONSADC), sitas na Av. Francisco Orlando Magumbwe, Nº 780, 9º Andar, na Cidade de Maputo, a adjudicação das Redacções das Escolas Secundárias da SADC a nível nacional, cujo concurso foi publicitado em todas as províncias de Moçambique pelo Ministério da Educação e pela Comissão Nacional da SADC. Os trabalhos classificados em 1º, 2º e 3º lugares a nível nacional irão competir a nível regional com os vencedores nacionais doutros Estados Membros da SADC.
Para o apuramento nacional em Moçambique, cada província submeteu as suas três melhores redacções, com a excepção de Nampula que reportou não ter tido candidatos.

2. CANDIDATURAS
A Comissão Nacional da SADC em Moçambique recebeu TRINTA candidaturas que foram analisadas, em separado, por cada membro do Júri com base apenas na identificação das mesmas através dos códigos que vão do número 1503 até 1532. A identificação pessoal, da escola e da província dos concorrentes tinha sido omitida para não ser vista pelo Júri durante o processo de adjudicação.

3. JÚRI
O Júri tinha a seguinte composição:
  • Avelina Simbine- Licenciada em Ensino de História e Geografia e Docente de Geografia na Escola Comunitária Armando Emílio Guebuza, na Cidade de Maputo
  • Ezequiel Agostinho Manhiça- Licenciado em Ensino de História e Docente de História na Escola Secundária Herois Moçambicanos, na Cidade de Maputo
  • Lucrécia Macuácua - Licenciada em Ensino de Geografia e Mestre em Dinâmicas Sociais e Riscos Naturais e Docente de Geografia na Escola Secundária do Noroeste 2, na Cidade de Maputo
  • Sérgio Miguel Jamisse – Licenciado em Ensino de Português e Docente de Português na Escola Secundária de Lhanguene, na Cidade de Maputo
  • Célia Mindú - Licenciada em Geografia, Desenvolvimento Regional e Ambiente e Funcionária no Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação
O senhor Pedro José Cossa (Mestre em Gestão e Administração de Educação e Chefe de Departamento de Documentação na Comissão Nacional da SADC e Docente da Língua Inglesa) testemunhou o acto de adjudicação e foi responsável pelos aspectos administrativos.

4. DELIBERAÇÃO
4.1. As deliberações do Júri basearam-se no Regulamento de Avaliação produzido pelo Secretariado da SADC bem como no Regulamento do Concurso de Redacções das Escolas Secundárias da SADC – Edição de 2011.
4.2. O Júri deliberou que os trabalhos identificados pelos códigos 1504, 1513 e 1519, em ordem numérica, e não do primeiro ao último classificado ou vice-versa, deveriam ser submetidos à competição regional como representantes de Moçambique. No fim do trabalho de adjudicação, o Júri veio a saber que os trabalhos vencedores a nível nacional foram apresentados respectivamente pelos concorrentes Alia Gilberto Manhungua (da 10ª Classe na Escola Primária Completa – Secundária Lhanguene Piloto, na Cidade de Maputo), Cremilda Pinto Alide (da 10ª Classe na Escola Secundária e Pré-Universitária da Maganja da Costa, na Província da Zambézia), e Hélder Francisco Nhantumbo (da 10ª Classe na Escola Secundária de 2000 Ndambine de Xai-Xai, na Província de Gaza).
4.3. O Júri deliberou ainda que o anúncio público do posicionamento em 1º, 2º e 3º lugares dos três vencedores nacionais será feito por S.Excia o Ministro das Pescas de Moçambique, na Cerimónia Central das Comemorações do Dia da SADC, a 17 de Agosto de 2011, na Província da Zambézia.

Maputo, 20 de Maio de 2011.

Assinaturas
Membros do Júri
• Avelina Simbine ______________________________________________
• Ezequiel Agostinho Manhiça __________________________________
• Lucrécia Macuácua ____________________________________________
• Sérgio Miguel Jamisse _________________________________________
• Célia Mindú ___________________________________________________

Representante do Secretariado Técnico da Comissão Nacional da SADC
  • Pedro José Cossa ___________________________________________
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5. Trabalho do Terceiro Classificado no Concurso de Redacções das Escolas Secundárias da SADC em Moçambique em 2010


CONCURSO DE REDACÇÕES DAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS DA SADC

A IMPORTÂNCIA DA ÁGUA POTÁVEL


Nome: Plácida Fita Moçambique Chen

10ª Classe

Escola Secundária São Dâmanso

Moçambique



Introdução

Neste presente trabalho pretendo realçar a história da SADC, suas funções, seus objectivos mostrando ao mundo quão linda história de resistência que a África tem.

Como cidadão desta linda e bela pátria, tenho um papel importantíssimo para o desenvolvimento do meu país, África e do mundo e realçar também a importância dos recursos hídrico, mostrando (expondo) as minhas ideias para o desenvolvimento desta comunidade, usando este recurso hídrico.

Objectivos gerais
Dar a conhecer os impactos dados pela utilização deste recurso mostrando métodos de contrapor estes efeitos.

Objectivos específicos
Mudança do comportamento e do método de utilização deste precioso líquido, além disso, mostrando ou propondo métodos de aplicação para com ele para o desenvolvimento da nossa região.

1. SADC – Comunidade Para o Desenvolvimento da África Austral
A Comunidade Para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) foi inicialmente estabelecida em 1980, em Lusaka, sob o nome de Conferência de Coordenação de Desenvolvimento da África Austral (SADCC). Dentre os seus objectivos constava a redução da dependência económica em geral, e, particularmente, em relação à África do Sul. Esta organização, materialização dos países da então Linha da Frente, reorientou a sua acção com o fim do apartheid na África do Sul e num cenário de novas relações socioeconómicas e políticas na região.

É assim que, em 1992, em Windhoek, se criou formalmente a Comunidade Para o Desenvolvimento da África Austral (SADC).

No início, era composta pelos seguintes países: Moçambique, Zimbabue, Zâmbia, Suazilândia, Angola, Malawi, Botswana, Lesoto e Tanzânia. Mais tarde, aderiram outros países da região: Maurícias, Madagáscar, Namíbia, e África do Sul.

A SADC é uma organização económica constituída por países da África Austral.

Foi fundada para coordenar esforços no sentido de os países cooperarem entre si de forma a nivelarem o desenvolvimento socioeconómico.

As potencialidades naturais diferentes, as estruturas económicas semelhantes, a falta de técnicos e de disponibilidades financeiras são as razoes da união destes países para juntos melhorarem as condições de vida das populações.

1.1. Objectivos da SADC
A SADC tem os seguintes objectivos:

• A promoção da sustentabilidade e crescimento económico e desenvolvimento socioeconómico;
• A promoção de valores políticos comuns;
• A consolidação e manutenção da democracia, paz e segurança;
• Desenvolver o comércio regional entre os países membros como meio de obtenção de benefícios das actividades coordenadas na produção;

De modo a alcançar estes objectivos, a SADC tem 4 sectores:
• Comércio, indústria, finanças e investimentos;
• Infra-estruturas e Serviços;
• Alimentação e Recursos Naturais;
• Desenvolvimento Social e Humano e Programas Especiais.

2. Os impactos das cheias e secas
As cheias são um dos grandes problemas para os países da SADC e para o desenvolvimento socioeconómico porque causam muita destruição que ela traz, como: destruição de casas, machambas e a vida de muita gente, assim, fazem com que as populações deixem de realizar os seus sonhos obtendo preocupações e desesperos. As águas das cheias transportam doenças e fazem com que as águas e alimentos permanecem poluídos. Pois, mantêm a vida dos seres vivos em risco devido às doenças, mas os mesmos acabam não tendo água potável suficiente logo que as cheias terminam.

Temos casos de famílias desamparadas que sofreram consequências bastante fortes e dolorosas, perderam as suas casas, cabanas, agriculturas, electrodomésticos, perca de pessoas queridas e mais. As crianças que tiveram que abandonar a escola muito cedo e deixaram de realizar o vosso enorme e precisos sonhos, desestabilizante emocional, o que vai culminar com roubos para a obtenção dos alimentos e falta de sustentabilidade.

As secas também são um grande problema porque devido a elas os seres vivos acabam não tendo água para beber; os rios secam, fraca produtividade, escassez de produtos alimentares para o consumo e para a venda; estabelecimento da fome na população, baixo rendimento, aumenta da criminalidade, contribuindo para a taxa da pobreza absoluta; a fauna e a flora perdem a vida, o aquecimento global é maior e o dióxido de carbono é maior devido à perda da fauna e elas fizeram com que as populações passassem por vezes, muito difíceis, as populações das secas tinham que abandonar as suas residências em busca de água e tiverem que abrir poços para verem se conseguem água para continuarem a fazer as suas tarefas de sempre, mas infelizmente muitas e poucas famílias destas conseguiam água suficiente.

Estes países são vítimas das secas devido à insuficiência da precipitação. Sabendo que as cheias e secas são uns fenómenos naturais, que poderá ocorrer a qualquer momento sem aviso prévio. Para se prevenirem delas é necessário tomar os seguintes métodos:
• - Construir casas no nível mais alto;
• - Conservar os alimentos nos silos seguros ou celeiros mais altos no (campo).

2.2 Para a economia

• Baixa taxa de PBI (Produto Interno Bruto) e também do PNB (Produto Nacional Bruto) o que vai influenciar na importação e exportação;
• Aumento da taxa da pobreza absoluta.

3. Importância da água potável
A água potável para o desenvolvimento socioeconómico dos estados membros da SADC é muito importante principalmente para os membros da SADC, porque sem água também não haverá vidas, utilizamos este líquido principalmente no (consumo, regadio, comercialização, criação de novos postos de emprego, e usa-se nas pequenas e grandes empresas). A água é um líquido que faz muito bem a saúde e ajuda no desenvolvimento da sociedade. A água é um recurso indispensável para a sobrevivência dos seres vivos, considerando-se que cada individuo precisa, de 2,5 litros de água para satisfazer as necessidades do seu metabolismo. A água representa 60 % da constituição do homem e 95% da dos vegetais. Os membros da SADC deveriam abrir uma série de projectos para argumentarem de como e quando este precioso líquido deverá ser usado.

Este recurso a nível nacional e regional deve ser gerido das seguintes formas:

• evitar a poluição da água (deitar lixo, plásticos, garrafas, comidas estragadas, defecar, e urinar nas águas e outros ...);
• utilizar os purificadores ou ferver para manter a água limpa e guarda-la num recipiente, limpo e fechado;
• na torneira montar filtros de água pois ajudam em manter limpa;
• não lavar directamente a roupa nas águas dos rios;
• evitar o esgotamento do petróleo (combustíveis) e da gaseificação nas águas e mais.

4. Medidas que devem ser tomadas a nível nacional e regionar para gerir melhorias da água
- Disponibilidade para toda a população;
- Mudanças de vias de acesso;
- Mudanças de tubos plásticos porque facilitam a sabotagem;
- Criação de novas empresas que invistam nesse sector;
- Fazer campanha com vista a ensinar a população de como tratar a água;
- Criar um grupo nas populações que controlem os recursos lá existentes.

5 . Medidas que devem ser tomadas para contrapor os efeitos adversos das cheias e secas

 CHEIAS

- Apoiar a populaçào dando produtos químicos ou mesmo naturais para que no caso das pragas possam aplicar;
- Plantio de culturas agrícolas consoante ao período( se for chuvoso plantarem culturas que resistam a esse tempo e se for seca plantarem culturas que resistam a esse tempo);
- Disponibilizar alimentos para as pessoas que possivelmente possam perder a época agricola;
- Construção de celeiros o reservatórios para a época agricola e que tenham bons resultados de modo a que época de crise possa ter como que se alimentar. - Retirar as populações das zonas de risco;
-Dar um apoio para que os alimentos não sejam infectados;
- Plantio de culturas agrícolas consoante ao período( se for chuvoso plantarem culturas que resistam a esse tempo e se for seca plantarem culturas que resistam a esse tempo);
- Ensinar a população métodos de aproveitamento das águas da chuvas.

Conclusão
Depois de terminado o presente trabalho de uma forma simples e concisa.

Após a exposição das minhas ideias espero contribuir positivamente para o desenvolvimento da região da África Austral que é a SADC.


Bibliografia

Geografia da 10ª Classe (autores: Luís Agostinho Nanjolo e Ismael Abdul Ismael)

========================================================4. Trabalho do Segundo Classificado no Concurso de Redacções das Escolas Secundárias da SADC em Moçambique em 2010


Introdução

A água é em geral um recurso abundante pois existe no mundo em 1300 milhões de km2. Ela se encontra distribuída no mundo de forma diferente. Na SADC a água está distribuída também de forma diversificada. A presente redacção fala sobre como a água pode ser gerida para que a mesma possa contribuir para o desenvolvimento dos povos da região da SADC. A redacção está dividida em 5 partes, através das alíneas que vão de a) a e).

Para a realização desta redacção foi necessário ler vários manuais e fazer análises pessoais.

Por fim, agradecer a Comissão Nacional da SADC pela oportunidade que deu a mim como estudante para a realização da presente redacção, que julgo ser de muita importância para mim e para a SADC.

A) História e objectivos da SADC

A Southern Africa Development Community (SADC) foi criada em 1992 em Windhoek na Namíbia a partir da transformação da SADCC, criada desde 1980 e que era constituída por nove nações. A sua história tem a ver com a necessidade de criar um bloco para libertação de países que ainda estavam sob domínio colonial tais como: Rodésia do Sul (hoje Zimbabwe) e o Apartheid na África do Sul. Na altura, 9 Estados da região reuniram e formaram a SADCC, que era uma organização de coordenação política e económica. Com o alcance dos objectivos para que esta comunidade fora criada, os Estados membros decidiram criar a actual SADC.

Estados membros: Actualmente, a SADC é formada actualmente por 14 países membros: República da África do Sul, República de Angola, República Democrática do Congo, República do Malawi, República das Maurícias, República de Moçambique, República do Madagáscar, República do Botswana, República da Namíbia, Reino do Lesoto, Reino da Suazilândia, República de Seychelles, República da Zâmbia e República do Zimbabue.

A SADC tem como objectivos:
• Promover o crescimento e desenvolvimento económico, aliviar a pobreza, aumentar a qualidade de vida dos povos da África Austral e apoiar os mais desfavorecidos por meio de integração regional;
• Evoluir valores, sistemas políticos, sistemas e instituições comuns e que sejam transmitidos através de instituições democráticas, legítimas e eficazes;
• Consolidar, defender e manter a democracia, a paz, a segurança e a estabilidade;
• Promover o desenvolvimento auto-sustentável na base da auto-suficiência coletiva e da interdependência entre os Estados membros;
• Conseguir a complementaridade entre as estratégias e programas nacionais e regionais;

• Promover e optimizar o emprego produtivo e utilização dos recursos da região;

• Atingir utilização sustentável de recursos naturais e a protecção do meio ambiente;

• Reforçar e consolidar as afinidades culturais, históricas e sociais de longa data da região.

• Combater o HIV-SIDA e outras doenças fatais e infecciosas;

• Garantir que a erradicação da pobreza seja incluída em todos os programas de actividade da SADC;

• Inserir o conceito de género no processo da edificação da comunidade.

B) Impacto das cheias e seca nas pessoas e economias da região da SADC

As cheias e a seca são dois fenómenos que embora sejam naturais podem ser provocados pela actividade humana. São acontecimentos previsíveis mas, a sua ocorrência traz graves consequências para as sociedades e nas economias e cidadãos da região da SADC.

• O Impacto das secas

A seca tem um impacto muito catastrófico nas pessoas e economias da região da SADC, a saber:

I. Redução da disponibilidade de água;

II. Redução da produção agrícola o que pode originar fome e mortes por falta de alimentos;

III. Degradação da qualidade de água;

IV. Traz consequências sobre as actividades do sector terciário, por exemplo, se a produção for fraca devido à seca, haverá pouca produção no sector primário (agricultura)

V. O sector industrial ou secundário que iria manufacturar os produtos do sector agrícola fica sem desenvolver actividades. Como consequência disso, haverá despedimentos de trabalhadores por falta de trabalho e a redução de salários.

VI. Por sua vez, o sector terciário fica afectado porque os transportes ficam sem produtos para transportar de um lugar para o outro. Os bancos receberão poucos depósitos financeiros devido as crises do sector primário e secundário.

• Impacto das cheias

As cheias trazem as seguintes consequências, para as pessoas e economias da região da SADC:

I. Ruptura de barragens e comportas, o que pode condicionar o fornecimento da energia eléctrica;

II. Deslocamento de populações de um lugar para outro (não inundado), o que envolve custos de reconstrução, mudança de qualidade de vida, etc.

III. Perda de bens materiais (machambas, casas, gado, e outro tipo de propriedade),

Tanto as cheias como as secas têm um impacto muito negativo, primeiro para as vítimas (pessoas) e, segundo, para a economia da região da SADC, pois aqueles recursos que são alocados para a promoção do desenvolvimento, erradicação da pobreza, combate às doenças no seio dos Estados membros da SADC acabam sendo gastos em reconstruções pós-cheias ou pós-seca.

C) Importância da água potável para o desenvolvimento socioeconómico dos Estados membros da SADC

A água é um recurso indispensável para a sobrevivência dos seres humanos. A nível social ela é importante, pois:

I. Além de servir para o abastecimento doméstico (lavar a roupa, beber, cozinhar e higiene pessoal); a água bem abastecida às populações reduz o número de doenças causadas pela própria água, se esta não for potável;

II. Constitui uma das fontes de produção de energia hidroeléctrica;

III. A água é usada em todos os sectores de produção (primário: o exemplo da agricultura; secundário: o exemplo da indústria extractiva; terciário: transporte marítimo)

IV. Serve para irrigação dos campos cultivados, pesca, etc.

V. Serve mesmo para a prática de actividades de navegação de um lugar para o outro.

Mas, para que este recurso para garantir a sua utilidade na prática das nossas actividades diárias, deve ser preservado. Assim, o mesmo deve ser bem gerido a nível nacional (por cada Estados membro) e regional (SADC).

• Formas de gerenciamento da água a nível nacional e regional

I. Retenção de reservas hídricas: este método consiste no aumento da capacidade armazenamento recorrendo à criação de albufeiras artificiais. Em Moçambique temos o caso da Albufeira de Massingir que é uma das formas de retenção de água para o armazenamento;

II. Transferência de reservas hídricas: devia-se por exemplo, tentar minimizar as desigualdades regionais em relação às necessidades que os países têm de água de acordo com a disponibilidade da mesma. Quer dizer, se a África do Sul tem muitas bacias fluviais, devia procurar mecanismos de transporte deste líquido para a vizinha Botswana que tem problemas de água, através da bombagem;

III. Cooperação entre os países a montante e os à jusante: os países á montante (onde nascem as águas) tais como Zâmbia, África do Sul, República Democrática do Congo, deviam cooperar com países a Jusante (onde correm as águas) como é o caso de Moçambique, para que a água não seja desaproveitada pelos países a montante, até que a mesma crie inundações em países à jusante como Moçambique.

D) Medidas a serem tomadas para aproveitar e gerir melhor a água para assegurar o desenvolvimento socioeconómico da região.

• Pelos Governos:

Sendo os Estados principais responsáveis pela gestão da água, estes devem adoptar as seguintes medidas para melhor aproveitamento do mesmo:

I. Fazer ou promover estudos científicos sobre a importância da água no desenvolvimento socioeconómico da região;

II. Assegurar a construção de bacias hidráulicas;

III. Sensibilização das comunidades ribeirinhas sobre a importância deste líquido no processo do desenvolvimento nacional e regional da SADC;

IV. Promover métodos de conservação de água que possam ser utilizadas em tempos de cheias e de falta de chuvas;

V. Criar instituições apropriadas que possam velar pelos assuntos de gestão da água (em Moçambique tem Administração Regional das águas - ARA (do Sul, do Centro e do Norte); entre outras medidas.

• Pelas agências não-governamentais e outros sectores

As Agências não-governamentais têm sido as mais dinâmicas na luta pela degradação do meio. Nisto, estas deviam promover debates públicos sobre a importância da água e da sua gestão para o desenvolvimento da economia da região da SADC, levando a mensagem para regiões recônditas

As Empresas envolvidas no uso deste recurso deviam ter um papel relevante na divulgação da importância do uso deste recurso, começando por traçar mecanismos de poupança deste mesmo recurso para que possa ser útil para as próximas empresas e gerações.

E) Medidas concretas para contrapor os efeitos das cheias e seca

Para fazer face aos efeitos das secas e cheias, é necessário que:

I. Estabelecimento de Instituições de emergência (tais como o Instituto Nacional de Gestão de Calamidades em Moçambique). Este tipo de instituições permite que haja assistência aos afectados tento pela cheia, assim como pelas secas.

II. Estabelecimento de instituições de previsão e alerta. Isto vai permitir que as populações que vivem nas zonas ribeirinhas dos rios possam ser evacuadas a tempo antes que sejam atingidos pelo desastre. Não só, isso vai minimizar perdas materiais. Esta instituição permitiria igualmente prever as secas. Assim, as populações iriam criar reservas de sementes em quantidade fazer rotina de culturas agrícolas, abertura de poços para pequenos regadios.

III. Elaboração de mapas de risco de inundações. Elaborando estes mapas, iria reduzir os efeitos da cheia, porque permitiria uma maior sensibilização das populações para uma retirada permanente das zonas de risco ou vulneráveis às inundações;

IV. Abertura de poços e outro tipo de furos de água. Isto vai permitir para o abastecimento dos furos de água para o uso doméstico e agricultura de subsistência e, ainda disponibilizar água para o gado.

V. Desenvolver culturas resistentes á seca.

Conclusão

Da presente redacção pude concluir que as diversas catástrofes naturais podem contribuir para o desvio dos programas nacionais e regionais de desenvolvimento socioeconómico, pois para além de serem fenómenos cuja previsão envolve incertezas, os mesmos trazem consequências muito drásticas para as sociedades.

Da presente pesquisa foi ainda possível notar é possível criar formas de combate aos efeitos da seca quanto das cheias, atravês de certas medidas ora descritas na presente redacção. Foi ainda possível notar o impacto que estes dois fenómenos causam no sucesso ou não da implementação dos programas de desenvolvimento socioeconómico da região da SADC.

Por fim, dizer que esta redacção embora tenha conclusão não significa o fim ou esgotamento sobre a análise da importância de recursos hídricos para o desenvolvimento das populações, mas sim um passo para outras redacções que falam da mesma matéria.



Dados do concorrente:



Nome do estudante: Criciano David

12ª Classe

Escola Secundária Joaquim Chissano de Boane

Moçambique
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3. Trabalho do Primeiro Classificado no Concurso de Redacções das Escolas Secundárias da SADC em Moçambique em 2010




NOME: ALCINO LUIS MUHALE
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CONCURSO DE REDACÇÕES DAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS DA SADC

DATA: 6 DE MAIO DE 2010

Introdução
Esta redação surge em resultado do concurso de redações para escolas secundárias da SADC. Este ano, o tema do concurso fala sobre as cheias, Os Estados membros da SADC enfrentam variados estágios de sofrimento provocado por cheias resultantes de chuvas torrenciais, quer dentro dos seus limites territoriais ou dos caudais dos países a montante, mas os mesmos acabam não tendo água potável suficiente logo que as cheias terminarem. Por outro lado, estes países são vítimas de secas graves devido à insuficiência da precipitação.

Ao longo da redacção, procuro responder ao seguinte problema: Como é que a SADC pode aproveitar e gerir melhor este recurso vital a fim de evitar tais desastres e ao mesmo tempo assegurar o abastecimento contínuo da água suficiente para todos, bem como ter água disponível para continuar a contribuir para o desenvolvimento social e económico da região?

O trabalho apresenta na sua primeira parte o historial, objectivo, génese e finalidade da criação da SADC e os seus Países membros. De imediato, apresenta as fundações políticas sobre a gestão da água que a região já desenvolveu.

O ponto a seguir é sobre o impacto das cheias e secas nas pessoas e economias da Região da SADC. De seguida, demonstro a importância da água potável para o desenvolvimento sócio-económico dos Estados Membros da SADC, dando enfase sobre como é que este recurso pode ser melhor gerido a nível nacional e regional.

Na quarta parte do trabalho, apresnto as medidas que devem ser tomadas a nível nacional e regional pelos governos, agências nao-governamentais e outros sectores para aproveitar e gerir melhor a àgua a fim de assegurar que a mesma contribua mais para o desenvolvimento sòcio-econòmico da regiao.

Por fim, apresento algumas medidas concretas que devem ser usada para contrapor os efeitos adversos as cheias e secas. Apresnto ainda um resumo de todo o trabalho, incliuindo as fontes consultadas para a elaboração da redacção.

HISTORIAL DA SADC

Existem algumas linhas de pensamento apresentadas por alguns investigadores, sobre o surgimento da SADCC. Destaque vai para três linhas de pensamento:

A primeira linha considera a SADCC como a construção directa da cooperação que se desenvolveu entre os cincos Estados da linha da frente durante a guerra de libertação do Zimbabwe. Segundo Esta interpretação, a iniciativa foi tomada na reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros dos respectivos países realizada em maio de 1979 em Gaberone. Nesta reunião ficou acordada a realização de uma conferência cimeira que teve lugar em Junho desse ano em Arusha, na Tanzania, que discutiu as estratégias da futura coperação entre os Estados.

A segunda linha de pensamento fala de uma série de iniciativas diplomáticas entre o Ocidente para com os Estados africanos, com vista a um massivo programa de reconstrução após longos anos de guerra. Por outras palavras, uma especie de Plano Marshal para a região, que seria financiada primeiro pelos países Ocidentais, e mais tarde pelos Estados Unidos da América.

A terceira linha de pensamento advoga que a criação da SADCC foi uma resposta a iniciativa de criação de constelação de Estados da África Austral ( CONSAS), dirigida pela África do Sul e integrada na estratégia total Sul africana face a intensificação da luta de massas na África do Sul e ao desenvolvimento da luta de libertação no sub-continente.

Em oposição directa a referida constelação e havendo interesses comuns, os países da linha da frente reuniram-se em Julho de 1979 com os doadores para elaborarem os planos concretos iniciais de uma estratégia de cooperação. Em Abril de 1980, com a independência do Zimbabwe garantida, nove países da África Austral nomeadamente; Angola, Botswana, Lesotho, Malawi, Moçambique, Swazilandia, Tanzania, Zâmbia e Zimbabwe. Estes países, unidos por laçose e interesses económicos e políticos, encontraram-se em Lusaka para a formalização da Conferência Coordenadaora para o Desenvolvimento de África Austral e emitiram uma declaração conhecida por Declaração de Lusaka, na qual reconheceram a necessidade de reduzir a dependência económica em relação a África do Sule de congregar esforços para se conseguir um desenvolvimento nacional e regional futuro.


OBJECTIVOS DA SADC

A SADC tem os seguintes objectivos:

• Promover o crescimento e desenvolvimento económico, avaliar a pobreza, aumentar a qualidade de vida do povo africano, e promover auxílio aos mais desfavorecidos por meio de integração regional

• Evoluir valores políticos, sistemas e instruções comuns

• Promover e desenvolver a paz e segurança

• Promover o desenvolvimento auto-sustentável por meio da inter-dependência colectiva dos estados membros e da auto-confiabilidade

• Atingir a complementaridade entre as estratégias e programas nacionais e regionais

• Promover e maximizar a utilização efectiva dos recursos da região

• Atingir utilização sustentável de recursos naturais e a protecção do meio ambiente

• Reforçar e consolidar as afinidades culturais, históricas e sócias de longa data de região

O financiamento aos projectos é obtido através de duas maneiras principais. A primeira e mais importante é a contribuição de cada um dos membros, com o valor baseado no PIB de cada um, a segunda é através da colaboração de parceiros económicos internacionais.

PAISES DA SADC

Os países membros da SADC são: África do Sul, Angola, Botsuana, República Democrática do Congo, Lesoto, Madagáscar, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe.

A sede da SADC encontra-se em Gaberone, no Botsuana.

FUNDAÇÕES DE POLÌTICAS SÓLIDAS DE GESTAO DE AGUA NA SADC

A àgua è um recurso vital e importante para a sobrevivencia das pessoas bem como para a criaçao da riqueza nacional dos paìses.Assim, a boa gestao do mesmo è importante para permitir que as pessoas possam usar para a sua egiene pessoal bem como para o desenvolvimento de uma sèrie de actividades econòmico e social.

A àgua è o motor para o sucesso de qualuer economia, pois, as indústrias precisam deste recurso de modo a produzir bons resultados e colocar a economia dos seus Paìses a prosperar cada vez mais. È com o reconhecimento desta aspecto que os paìses da regiao da SASDC possuem um mecanismo de cooperaçao e consultas mùtuas em relaçao a polìtica de uso e gestao conjunta deste recurso.È importante referir que este è um recurso com grande probabilidade de provocar conflitos entre grupos nacionais, mesmo regionais, caso nao haja uma gestao integrada do seu uso. É com o reconhecimento desta probabilidade de provocar conflitos que, os Paìses regionais tem uma cooperaçao neste sector das águas, justamente porque alguns recebem muita aàgua em perìodo chuvoso e nao conseguem gerir e outros tem capacidade de gestao por muito tempo.

Na época chuvosa, os países da região tem um meio de comunicação que hes permite informar os outros sobre o estágio ou evolução da situação hidrográfica da região. Por exemplo, Moçambique que se localiza na parte terminal dos grandes rios de África, tem sofrido anualmente situações de cheias cíclicas, mas, a comunicação entre as autoridades nacionais e os parceiros da região contribui para minimizar o impacto negativo que as cheias têm provocado.

Esta comunicação que existe na região, sobretudo quando se trata de época de cheias, ajuda a evitar que muitas pessoas que vivem em zonas de risco a cheias e inundações possam ser retiradas enquanto tempo, bem como para salvar algumas culturas. Permite ainda que as barragens que recebem águas provenientes da montante possam controlar a armazenagem da água e evitar que as infra-estruturas sofram danos materiais.

As políticas regionais de gestao da àgua, nao devem acontecer apenas quando se trata da època de cheias, mas tambem deve acontecer no periodo que se segue as cheias, isto è o periodo seco. Neste periodo, os paises que partilham mesmos rios devem cooperar para permitir que os Paises que estao na parte terminal possam ter àgua suficente para irrigar seus campos e outras actividades que dependem deste recurso.

Em Moçambique por exemplo, na època seca, os caudais dos rios baixam muito, chegando mesmo a secar isto porque alguns paises que partiham rios com moçambique, na època seca deixam passar pouca água para Moçambique. Assim, è de aconselhar para que os paìses da região reforcem mais a sua cooperação no sector de águas dos rios para permitir que no periodo seco possa ter água para ser usada nas machambas, através da construção de barragens e de uma gestão equitativa das águas, de modo a evitar a ocorrencias de conflitos por causa do acesso às águas.

IMPACTO DAS CHEIAS E SECA PARA AS PESSOAS E PARA AS ECONOMIAS DA SADC.

A ocorrência de cheias bem como seca, traz consigo consequencias negativas, quer para as pessoas, quer para as economias regionais. Em relação às pessoas, posso dizer que durante a ocorrência de cheias, devido a negligência das pessoas ou demora da chegada do aviso de ocorrência de cheias, tem se assistido a muitas perdas de vidas humanas, bens materiais e muitas culturas são perdida, sobretudo ao longo dos vales principais rios. Muitas construções de carácter pessoal sao perdidas. Apenas para lembrar as cheias de 2000 que semeiaram luto e dore na sociedade moçambicana.

Em relação a seca, o que acontece è que a terra perde capacidade de produzir alimentos, derivado da falta de chuvas. Dependendo da gravidade da seca e da resposta do governo e seus parceiros, a seca, igualmente, pode provocar òbitos. A seca tem sido principal responsàvel para o retorno das populaçoes aos locais de risco, fazendo deste modo a que os efeitos se repitam anualmente.

Quanto as economias regionais, as cheias tem provocado um recuo nos esforços de desenvolver as economias regionais, pois, muitas infra-estruturas, de caràcter social e econòmico sao destruidas. Para alèm de que os governos gastam muitos recursos financeiros para mitigar estes fenòmenos, recursos que podiam ser colocados para elevar a economia dos Estados da SADC.

A seca, como as cheias, tem gasto os recursos dos Estados que podiam ser usados para outros fins das economias regionais. Para alèm do dinheiro que se gaste em adiquirir alimentos e outros mantimentos, os governos devem garantir assistências mèdica e social acrescida, durante a perìodos em que estes dois fenómenos entram em acção. O ponto è que os recursos alocadaos para metigarem estes efeitos podiam servir para outras àreas da economia.

Portanto, estes dois efeitos trazem muitos prejuizos para as economias regionais, por um lado sao vìtimas humanas que podiam contribuir para a economiregional. Por outro lado, as consequências decorrentes destes fenómenos consomem muito dinheiro destes Países.

INPORTÂNCIA DA ÁGUA POTÁVEL PARA O DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÓMICO DOS ESTADOS MEMBROS DA SADC.

A água, como já havia referido, é um recurso muito precioso para a sobrivivencia das nações, pois, é dela que dependea satisfação das necessidades humanas diárias, como, o consumo e o uso ao serviço da economia através de várias actividades que usam necessariamemnte a água na sua produção. Aliais, há um proverbio, segundo o qual, sem água não há vida, significa entao que sem ela nao haveria nem a vida humana, nem o desenvolvimento sòcio-econòmico de qualquer Estado.

Partindo deste ponto de vista, pode-se afirmar que a água é um recurso vital para qualquer pessoa, para qualquer Estado e, o acesso a ela é quase que obrigatória, sendo que, aquele que esteja privado dela, sempre colocar-se-ão em sua busca, mesmo que para tal seja necessário usar a força.

Falando do desenvolvimento sócio- económico dos Estados Membros da SADC, posso afirmar que a água desempenha um papel central nas economias deste Estados, dado que os sectores mais produtivos das suas economias requerem o uso da água. O exemplo concreto é dos sectores da indústria de bens alimentares, da indústria mineira, agricultura, pecuária, não se esquecendo da indústria energética.

A África do Sul, por exemplo, é um dos Estados que mais usa a água na sua economia, para além do consumo doméstico. A indústria mineira, a agricultura, o sector de energias e a indústria alimentar, usam muita água para desenvolverem as suas actividades. É por isso que este País possui muitas barragens ao longo dos grandes rios africanos que correm o seu País a procura da foz.

O desenvolvimento enoómico e social que a africa do Sul apresenta, deve-se em grande parte aos sectores acima indicados e a forma inteligente como usa e aproveita a água dos rios, tornando se assim na economia mais forte da SADC. Do mesmo modo como a África do Sul, ops demais países da SADC, tem na água o motor do desenvolvimento das suas economia, o que differencia estes países, é a forma como cada um deles usa e aproveita este recurso para a sua população e para desenvolver a sua economia. É assim que alguns Estados membros, tirao maior proveito e outros menos.

Tems alguns exemplos de rios internacionais que correm em vários países da região e tem Moçambique como parte terminal, são eles: o Rovuma, o Zambeze, Linpompo, Incomate. A partilha destas bacias hidrograficas reveste-se de uma grande importância para o desenvolvimento econòmico da regiao.

Moçambique è um Paìs com uma economia fortimente dependente da agricultura, e esta por sua vez da àgua, porèm, apesar de ser a parte terminal dos grandes rios de Africa Austral, tem tirado pouco proveito desta situaçao, dado que nao possui capacidade de armazenagem de àgua para ser usada no tempo seco, debatendo se ciclicamente com cheias e secas. Mesmo assim, temos grandes extenoes de terras arràveis que sao aproveitadas para vàrios cultivos ao longo dos vales dos grandes rios acima citados. Por exemplo, a Açucarreira de Xinavane, localizada ao londo da Bacia do Incomate, tira um grande proveito da àgua para o desenvolvimente da sua produçao, para alèm das machambas das populações que aí vivem.

A outra grande importância da àgua, è a sua transformaçao em energia elèctica atravès da construçao de barragens para esse fim, onde pode-se citar o exemplo do nosso orgulho nacional, a Cahora Bassa. Esta Barragem, para alèm de produzir energia elèctrica que è consumida a nìvel nacional e regional, serve ainda para irrigar os campos agricolas que se econtram ao longo do vale do Zambeze.

Assim, pode-se afirmar que, a àgua è um dos recurso indispensàveis para o desenvolvimento sócio-económico dos Paìses Membros da SADC.O grau de desenvolvimento econòmico que aprsentam, em parte deve se a sectores que usa intensivamente a àgua na sua produçao. Sem àgua potàvel, as economias regionais estariam votadas ao frcasso.È assim que apelamos para que haja uma partilha equitativa dos recursos hidricos da regiao, de modo a que haja um desenvolvimento econòmico harmonioso e sem conflitos derivados da gestão da água.

MEDIDAS QUE DEVEM SER TOMADAS A NIVEL NACIONAL E REGIONAL PARA APROVEITAR E GERIR MELHOR A ÀGUA PARA QUE CONTRIBUA PARA O DESENVOLVIMENTO DA SADC.


1. NIVEL NACIONAL

Sendo que o nosso País situa se junto a faz dos grandes rios da região, é importante que, o governo em parceria com agências-não governamentais e outros sectores, desenvolvam capacidades de uma melhor gestão da água dos rios, fazendo o seguinte:

• Construção de mais barragens, tendo como objectivo, aumentar a capacidade de produção de energia e melhorar a capacidade de armazenagem de água no período chuvoso;

• Construção de pequenas represas, de baixo custo para acumular água a ser usada no período seco:

• Construção de sistemas de regadio e diques, de modo a flexibilizar o desenvolvimento da agricultura irrigada;

• Treinar as populações locais sobre métodos fáceis de uso e aproveitamento da água dos rios, como a abertura de pequenas valas de drenagem, a fim de irrigar as suas machambas;

• Construção de estações de tratamento de água para posterior consumo da população.

2. NÍVEL REGIONAL

Os rios internacionais que correm a região Austral de Africa, passando por vários países até chegar à foz, isto é, no mar, fazem com que os países atravessados por estes rios desenvolvam formas de cooperação para permitir que tanto os países a montante e a jusante possam tirar algum proveito destes rios. Assim, os Estados Regionais devem desenvolver as seguintes acções:

• Os Estados Regionais devem harmonizar os mecanismos de controlo e aviso prévio de qualquer alteração da situação normal das bacias hidrográficas partilhadas, isto é, é importante que haja um aviso prévio sobre qualquer mudança que ocorram nas bacias, quer do aumento progressivos dos caudais dos rios (em tempo chuvoso), quer da descida dos mesmos (no tempo seco);

• Deve haver transparência e honestidade entre os Estados membros na transmissão de informação hídrica regional, isto é, os Países a montante não devm mentir para os Países a jusante, particularmente no tempo crítico.Por exemplo no tempo chuvoso, demorar informar os países a jusante sobre o aumento dos caudais, ou então deixar passar pouca água ou mesmo fachar as comportas das suas barragens no tempo seco;

• Para além da cooperação entre os Estados membros na gestão das águas regionais, deve-se criar dentro da SADC um orgão que trabalhe apenas no controlo das águas regionias, de modo a minimizar as desconfianças que podem existir em relação a uma gestão equitativa da água dos rios;

• No período seco, os Países a montante devem deixar passar uma quantidade aceitável para a jusante, de modo a que os países ai localizados possam possam ter água para o seu consumo e abastecer os sectores que dela dependem para funcionarem;

• Devido às mudanças climáticas, que fazem com que alguns países tenham mais água que os outros, é neccessário que a SADC encontre uma forma de gerir a partilha de bacias hidrográficas, visto que, cada país tem sua capacidade de gestão, em função dos seus interesses que nem sempre são comuns ao nível regional.

MEDIDAS CONCRETAS PARA CONTRAPOR OS EFEITOS ADVERSOS AS CHEIAS E SECA.

Para contrapor os efeitos negativos das cheias e seca, o principal remédio continua a ser a melhoria da capacidade de armazenagem e gestão das águas pluviais.Para tal, é necessárrio que mais barragens sejam construidasb e outras fontes de retenção da água, pois, ao fazermos isto, estamos a criar condições para que no período seco, pelo menos nas zonas baixas possa se ter água para produizir alimentos, evitando situação em que zonas que sofrem inundações depois vivem situações de estiagem e seca prolongada. Por exemplo, o projecto da construção de mais uma barragem ao longo do rio zambeze (Mpandacua) é uma medida clara de como melhorar a gestão das águas dos rios internaconais;

Em relação às populações que anualmente sofrem os efeitos combinados das cheias e seca é necessário que sejam sensibilizadas a viver definitivamente em locais seguros, podendo aproveitar as zonas baixas no período seco, mas não voltando a viver na zona baixa. Para tal, cabe ao governo criar uma serie de serviços sociais para atrair as pessoas a fixarem suas casas em lugares seguros;

A comunicação regional e entre os centros operativos de emergência devem ser cada vez mais melhorados e flexibilizados de modo a que a infomação chegue em tempo real, evitando deste modo a ocorrencias de vítimas humanas, mesmo de algumas culturas que possam ser removidas.

Reforça e melhora a assistência humanitária no período da ocorrência destes fenómenos (cheias e secas).




Identificação do Concorrente

Nome: AlcinoLuis Muhale

Morada Av. Abel Baptista N. 826 Bairro da Matola C, Cidade da Matola, Moçambique


2. ACTA DA ADJUDICAÇÃO NACIONAL EM MOÇAMBIQUE DO CONCURSO DE REDACÇÕES DAS ESCOLAS SECUNDÁRIAS DA SADC


1. INTRODUÇÃO

Teve lugar, nos dias 26, 27 e 31 de Maio de 2010, nas instalações da Comissão Nacional da SADC (CONSADC), sitas na Av. Francisco Orlando Magumbwe, Nº 780, 9º Andar, na Cidade de Maputo, a adjudicação das Redacções das Escolas Secundárias da SADC a nível nacional, cujo concurso foi publicitado em todas as províncias de Moçambique pelo Ministério da Educação e pela Comissão Nacional da SADC. Os trabalhos classificados em 1º, 2º e 3º lugares a nível nacional irão competir a nível regional com os vencedores nacionais doutros Estados Membros da SADC.

2. CANDIDATURAS

A Comissão Nacional da SADC em Moçambique recebeu NOVECENTAS E OITENTA E TRÊS candidaturas que foram analisadas, em separado, por cada membro do Júri com base apenas na identificação das mesmas através dos códigos que vão do número 520 até 1502. Os nomes dos concorrentes e das suas escolas tinham sido cobertos para se evitar que fossem vistos pelo Júri durante o processo de adjudicação.

3. JÚRI

O Júri tinha a seguinte composição:

· Margarida Lucrécia Chambal (Licenciada em Língua Portuguesa, Docente de Português na Escola Secundária da Polana, em Maputo);

· Halima Aly Baraza (Licenciada em Língua Portuguesa, Docente de Português na Escola Secundária da Polana, em Maputo);

· Hortência Aldina Cossa (Licenciada em História e Geografia, Docente de Geografia na Escola Secundária da Polana, em Maputo);

· Carlos Fernando (Licenciado em História e Geografia, Docente de História na Escola Secundária da Polana, em Maputo);

· Hilário Morais Pereira (Licenciado em Oceanografia e Funcionário do Ministério das Obras Publicas e Habitação, afecto na Direcção Nacional de Águas, e Docente de Física); e

· Amélia Francisco Mabota (Licenciada em Engenharia Civil e Funcionária no Ministério das Obras Publicas e Habitação, afecta na Direcção Nacional de Águas, e Docente de Tecnologias de Construção).

O senhor Pedro José Cossa (Mestre em Gestão e Administração de Educação e Chefe de Departamento de Documentação na Comissão Nacional da SADC e Docente da Língua Inglesa) testemunhou o acto de adjudicação e foi responsável pelos aspectos administrativos.

4. DELIBERAÇÃO

As deliberações do Júri basearam-se no Regulamento de Avaliação produzido pelo Secretariado da SADC bem como no Regulamento do Concurso de Redacções das Escolas Secundárias da SADC – Edição de 2010.


4.1. O Júri deliberou que 952 das 983 redacções não obedeceram parcial ou totalmente os requisitos do Regulamento do Concurso. Assim, deliberou classificar apenas 31 redacções.


4.2. O Júri deliberou também que os trabalhos identificados pelos códigos 557, 754 e 1244, em ordem numérica, e não do primeiro ao último classificado ou vice-versa, deveriam ser submetidos à competição regional como representantes de Moçambique. No fim do trabalho de adjudicação, o Júri veio a saber que os trabalhos vencedores a nível nacional foram apresentados respectivamente pelos concorrentes ALCINO LUIS MUHALE (Escola Secundária Francisco Manyanga, Cidade de Maputo), CRICIANO DAVID (Escola Secundária Joaquim Chissano de Boane, Província de Maputo) e PLÁCIDA FITA MOÇAMBIQUE CHEN (Escola Secundária São Dâmanso, Província de Maputo).

4.3. O Júri deliberou ainda que o anúncio público do posicionamento em 1º, 2º e 3º lugares dos três vencedores nacionais será feito por S.Excia o Ministro das Obras Públicas e Habitação de Moçambique, na Cerimónia Central das Comemorações do Dia da SADC, a 17 de Agosto de 2010, em Vilankulo, na Província de Inhambane.

5. RECOMENDAÇÕES

5.1. Devido às constatações indicadas no número 4.1. acima, nomeadamente a existência de redacções que não respeitam o Regulamento do Concurso promovido pela SADC, e como forma de evitar o envio de quantidades muito grandes de redacções ao Secretariado Técnico da Comissão Nacional da SADC (CONSADC) em Maputo, o Júri recomenda o seguinte:

a) Que cada Província faça o apuramento de três redacções para o Concurso. Assim, as redacções vencedoras em cada Província iriam ser adjudicadas no Secretariado Técnico da CONSADC em Maputo para o apuramento das 3 redacções vencedoras a nível nacional;

b) Que a CONSADC a nível central, provincial e distrital e as Direcções Provinciais de Educação massifiquem a publicitação do Regulamento do Concurso junto das escolas secundárias;

c) Que as escolas secundárias sejam sensibilizadas no sentido de encararem o concurso como uma oportunidade para o processo de aprendizagem dos alunos e que os concorrentes não confundam o com as avaliações regulares estipuladas pelo Ministério da Educação; e

d) Que a identificação dos concorrentes e das suas escolas e províncias apareça apenas numa página isolada para facilitar a sua cobertura no processo de codificação dos trabalhos submetidos a concurso antes de serem apresentados ao Júri.

5.2. Dado que as redacções submetidas a concurso a nível regional são depois traduzidas à língua inglesa, e tomando em conta que nenhum concorrente moçambicano já venceu a nível regional, o Júri recomenda o seguinte:

a) Que as 3 redacções apuradas para representarem o nosso país a nível regional sejam oficialmente traduzidas para inglês em Moçambique e que a CONSADC inclua esta despesa no seu orçamento anual.


5.3. Em relação aos elementos que forem convidados a integrar o Júri, recomenda-se o seguinte:

a) Que o Júri tenha um guião de avaliação muito pormenorizado, com a indicação das possíveis respostas às questões apresentadas no concurso; e

b) Que o trabalho do Júri seja remunerado e que a CONSADC inclua esta despesa no seu orçamento anual.



Maputo, 31 de Maio de 2010.



Assinaturas


Membros do Júri

· Margarida Lucrécia Chambal _____________________________________

· Halima Aly Baraza _____________________________________________

· Hortência Aldina Cossa _________________________________________

· Carlos Fernando ______________________________________________

· Hilário Morais Pereira ___________________________________________

· Amélia Francisco Mabota ________________________________________


Representante do Secretariado Técnico da Comissão Nacional da SADC

Pedro José Cossa


1. Vencedores nacionais dos Concursos de Redacções das Escolas Secundárias da SADC, desde 2002 até 2010


Edição de 2002
(Prémios entregues na Cidade de Maputo, por S.Excia Telmina Manuel Paixão Pinho Pereira, Vice-Ministra da Educação)


1º Daniel José Pantie, estudante da Escola Secundária de Tete, Tete
2º Jessica Joelma Santos Buque, estudante do Colégio Kitabu, Maputo
3º Beraldim Benjamim Roque Brujane, estudante da Escola Secundária Francisco Manyanga, Maputo


Edição de 2003
(Prémios entregues na Cidade da Beira, Província de Sofala, por S.Excia Felício Pedro Zacarias, Governador da Província de Sofala)


1º Janeiro Domingos Chaviro, estudante da Escola João XXIII, de Sofala
2º Fídia Governo André, estudante da Escola João XXIII, de Sofala
3º Pedro Alfredo Sambo, estudante da Escola Secundária da Namaacha, Maputo


Edição de 2004
(Prémios entregues na Cidade de Tete, Província de Tete, por S.Excia Roberto Colin Costley-White, Ministro das Obras Públicas e Habitação)


1º Jafar Santos Saute (Escola Secundária de Laulane, Cidade de Maputo)
2º Cecília Shirley Van der Leij (Escola João XXIII, Sofala)
3º Jeremias Filipe Vunjanhe (Escola Secundária de Dondo, Sofala),


Edição de 2005
(Prémios entregues na Cidade de Nampula, Província de Nampula, por S.Excia António Francisco Munguambe, Ministro dos Transportes e Comunicações)


1º Gervásio Eduardo dos Santos (Escola Secundária da Moamba, província de Maputo)
2º Salimo Anafe Matola (Escola Secundária do Dondo, província de Sofala)
3º Hermenegildo de Jesus da Silva Macaúze (Escola Secundária Samora Moisés Machel, província de Sofala)


Edição de 2006
(Prémios entregues na Cidade de Lichinga, Província de Niassa, por S.Excia Tomás Frederico Mandlate, Ministro da Agricultura)


1º CARLOS DA COSTA NOBRE (11ª; Escola Secundária Josina Machel, Cidade de Maputo)
2º Aliança da Felicidade Ussene (12ª; Secundária de Lhanguene, Cidade de Maputo)
3º Leonardo Chibuana (10ª; Comunitária 4 de Outubro, Cidade de Maputo)


Edição de 2007
(Prémios entregues na Cidade de Xai-Xai, Província de Gaza, por S.Excia Fernando Sumbana Júnior, Ministro do Turismo, em representação de S.Excia António Fernando, Ministro da Indústria e Comércio)


1º Leonardo Chibuana (10ª; Secundária de Maxaquene, Cidade de Maputo)
2º Kélia Laweki (8ª; Comunitária Nossa Senhora das Vitórias, Cidade de Maputo)
3º Dério Anselmo Lourenço Chirindza (12ª; Secundária Eduardo Mondlane, Cidade de Maputo)


Edição de 2008
(Prémios entregues na Cidade de Pemba, Província de Cabo Delgado, por S.Excia Fernando Sumbana Júnior, Ministro do Turismo)


1º Elves Aurélio Honwana (Secundária Josina Machel, Cidade de Maputo).
2º Marlena Suzana Agostinho Albino Nhabete (Secundária 29 de Setembro da Maxixe, Cidade de Maxixe)
3º Marilú da Conceição João (Secundária e Pré-Universitária 25 de Setembro, Cidade de Quelimane


Edição de 2009
(Prémios entregues na Cidade de Chimoio, Província de Manica, por S.Excia Carlos José Castro de Sousa, Vice-Ministro da Juventude e Desportos)


1º Lugar: Alzira Bunga (Escola Secundária Joaquim Chissano, Província de Gaza),
2º Lugar: Isac Simão Manganhe (Escola Secundária de Chicualacuala, Província de Gaza).
3º Lugar: Clayton de Gertrudes Matumbela (Escola Secundária da Matola, Província de Maputo)


Edição de 2010
(Prémios entregues no Município de Vilankulo, Província de Inhambane, por S.Excia Cadmiel Fulane Mutemba, Ministro das Obras Públicas e Habitação), no dia 17 de Agosto de 2010


1º Lugar: Alcino Luís Muhale (Escola Secundária Francisco Manyanga, Cidade de Maputo)
2º Lugar: Criciano David (Escola Secundária Joaquim Chissano de Boane, Província de Maputo)
3º Lugar: Plácida Fita Moçambique Chen (Escola Secundária São Dâmanso, Província de Maputo).

Edição de 2011

(Prémios entregues na Cidade de Quelimane, Província da Zambézia, por S.Excia Victor Borges, Ministro das Pescas), no dia 17 de Agosto de 2011

1º Lugar: Alia Gilberto Manhungua (da 10ª Classe na Escola Primária Completa – Secundária Lhanguene Piloto, na Cidade de Maputo)
2º Lugar: Hélder Francisco Nhantumbo (da 10ª Classe na Escola Secundária de 2000 Ndambine de Xai-Xai, na Província de Gaza)
3º Lugar: Cremilda Pinto Alide (da 10ª Classe na Escola Secundária e Pré-Universitária da Maganja da Costa, na Província da Zambézia)


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